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O que é Anti-Publicidade???

terça-feira, 30 de outubro de 2007 por Saulo Lima Lemos

 


É uma nova maneira de se fazer publicidade. A publicidade passa a ser vista com bons e maus olhos. Segundo Herlander Elias, a designada anti-publicidade é má porque não deixa nunca de ser publicidade, nem de apelar ao consumo; e por outro lado é boa notícia porque perverte o uso da linguagem publicitária. E é neste ponto que a inovação desce à terra, conciliando as imagens de marca mais presentes na memória consumista colectiva com novas tendências artísticas que fazem da publicidade uma forma de arte. Até os anos 90, a publicidade era consireda atrelada ao design. A partir dos anos 90, a publicidade conquista seu espaço no ramo da comunicação, ganhando a sua independência, seu estilo próprio de fazer comunicação. Primeiramente começou com o design gráfico e outras tendências.
Atualmente, a publicidade segue sua própria tendência e pode vender a si mesma, sem ter um material de referencia para a venda de um determinado produto. Ela iguala-se aos outros meios de comunicação pela sua mensagem. Como afirma McLuhan :
“o meio é a mensagem”.

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CHAMANDO A ATENÇÃO!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 9 de outubro de 2007 por Saulo Lima Lemos

 

Ei, Você aí!!! Ô da poltrona!!! Parece que graças à invenção do controle remoto muitos não precisam sair da confortável cadeira para mudar de canal, não é?! Aproveitando esta vantagem, a maioria da população, no mundo todo, começa a “zapear” quando passa comercial. Saiba que este fato causa a queda no impacto dos comerciais, do mundo todo. E, então, publicitário, o que fazer?

Pesquisas revelam que as empresas publicitárias investiram 40% a mais nas propagandas de TV. Em compensação, o número de pessoas que assistem aos comerciais caiu 50%. Nos EUA, os especialistas americanos, percebendo que esse não é um meio muito eficaz, resolveram agir de outra maneira. Bom, aqui no Brasil, descobriram-se outras maneiras de sair dessa. Por exemplo, vemos muito merchandising nos próprios programas de TV. Vemos propagandas atrás de ônibus. Outdoors cada vez mais interessantes e chamativos. A “presença” de uma marca de bebidas em banheiros, entre outros. Pois bem, estes norte-americanos poderiam ter feito algo semelhante a isso, não é?! Se você, pensa assim, está muito enganado.

Uma das medidas foi que uma rede de televisão chamada TV CBS colocaria seu logotipo em ovos nos maiores supermercados do país. Outra estratégia seria algo mais sutil, que é o buzz marketing, onde empresas pagam pessoas (centenas) para se fazer uma propaganda boca a boca de suas marcas.

Mas, de todas que eu vi, a campeã é esta: um site de aposta pagou US$ 10.000,00 a uma mulher para que ela tatuasse em sua testa a URL deles – GoldenPalace.com. O mesmo pagou a uma pessoa US$15.000,00 para que ela dessa a sua filha o nome Golden Palace Benedetto. Já imaginou, você chamar sua filha ou filho de Nokia ou Assolan?!?! Pois é gente, no amor, na guerra e no mundo nos negócios vale tudo!!!

Fonte:

http://www.sidneyrezende.com/sec_news_view.php?page=2&id=705

É antigo, mas é bastante interessante.

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Adbusters - Caçadores de marcas

terça-feira, 18 de setembro de 2007 por Saulo Lima Lemos

 


* Este Texto foi escrito por Rodrigo Queiroz


Resolvi trazer a idéia do professor de Introdução a comunicação, Gilmar de Carvalho, para esse blog, durante alguns posts, com o objetivo de abrir uma discussão sobre a Adbusters Media Foundation - uma organização não governamental originaria do Canadá idealizada pelo publicitário estoniano Kallen lasn.

De maneira criativa, satirizam marcas conhecidas e criticam a cultura que nos é imposta pela mídia. Alertam sobre os danos que o capitalismo vem causando a natureza com a falta de senso no convencimento ao consumo. O consumismo sem medida, o bombardeio de campanhas publicitárias que impõe nossa maneira de se vestir, de se comportar, qual mulher e qual celular combina com você. A adbusters propõe uma reflexão sobre o domínio de algumas empresas ao redor do mundo. Acreditam que a mídia é importante desde quando usada para o crescimento do público alvo e não aquela que segrega a sociedade através das marcas tornando a pessoa uma vitrine ambulante que perdeu sua personalidade, seu estilo.Isso é tão notável que de forma inconsciente ou não, pessoas de baixo poder aquisitivo adquirem produtos falsificados de marcas antes só usadas por “ricos” para se sentirem mais próximos da moda. Quem não lembra da campanha da Batom Garoto em que era feita a hipnose a partir das palavras: “compre Batom, compre Batom”. A propaganda nem sequer dizia o porquê de comprar o produto, apenas compre. Isso ainda é comum nos comercias de televisão e a AD é contra essa lavagem cerebral que não zela pelo consumidor. Nesse mês de setembro a adbusters fez uma matéria sobre a retirada dos outdoors e outras formas de propaganda da cidade de São Paulo promovida pelo prefeito Gilberto Kassab com a lei “Cidade limpa”. Como a 4° metrópole mundial com aproximadamente 15.000 outdoors conseguiu “vencer” as grandes marcas? Partindo do mesmo ideal da empresa canadense, Kassab justifica a lei como uma necessidade de combater a poluição da água, som, ar e visual.

Mantendo a criatividade, porém, sem poluir o ambiente, as empresas tentam encontrar outras formas de chamar a atenção para as suas marcas. É o caso do City Bank que pintou sua fachada na cor azul marinho e a empresa Dulce & Gabbana ,que coloriu suas fachadas de amarelo,vermelho e azul escuro para familiarizarem seus clientes com as cores da empresa.

A polêmica é: Vale tudo quando se diz respeito aos cuidados com a natureza? Medidas drásticas como as observadas em São Paulo não podem trazer prejuízos financeiros já que essas empresas injetam bilhões na economia?


Continua...

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Garotos-Propaganda

terça-feira, 11 de setembro de 2007 por Saulo Lima Lemos

 

Você sabe o que Homer Simpsom, Camila Pitanga, Íris Stefaneli e até mesmo o Shrek têm em comum? Todos estes, por serem (ou foram) personalidades “populares e carismáticas”, e estarem na moda, são usados como garotos-propaganda de muitas marcas do mercado.

Camila Pitanga já fez trabalhos para marca de sandálias, tinturas para cabelo e uma campanha contra a sífilis. Muitos de seus trabalhos atuais, são por causa de sua personagem Bebel, que, por cair no gosto do público, usam sua imagem a fim de vender mais produtos. O famosíssimo Homer Simpsom é outro que está no seu auge, tanto por ser uma figura de sucesso, quanto por “seu” filme, recentemente estreado. Podemos ver sua imagem em uma propaganda de uma rede de lanchonetes famosíssima e também em uma marca de TV a cabo. Já Shrek, outro personagem adorado pelas pessoas, já teve suas características adicionadas à mesma marca de fast-food. Até mesmo a Íris, em seus 15 minutos de fama, foi alvo de várias empresas para que estrelasse suas propagandas.

Como temos visto nas últimas postagens por parte da publicidade neste Blog, as agências estão cada vez mais sem opção de como e onde fazer seus trabalhos, já que, por conta das várias proibições, seu espaço está cada vez menor. Então, é preciso que elas tenha inúmeros “Planos B” para escapar desta cilada.

Por isso as empresas estão cada vez mais espertas. Além de vários outros artifícios, elas usam em suas campanhas os “queridinhos” do público a fim de conseguir alavancar suas vendas. E funciona mesmo. Conheço inúmeras pessoas que compraram produtos só porque o garoto-propaganda é alguém que está na moda.

Os publicitários, atualmente, têm muito mais coisas para se preocuparem, a começar pelas maneiras de se vender o produto. Tem que ser algo chamativo e que fará sucesso. Algo badalado, que o público goste, tal qual seus garotos-propaganda.

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Poluição Visual: OAB elabora projeto para criação da lei Cidade Limpa

terça-feira, 4 de setembro de 2007 por Anônimo

 

Não precisa nem andar pelas principais avenidas da cidade de Fortaleza para notar a grande presença de placas, outdoors e outros agentes da poluição visual.
A poluição visual não causa só a desordem na paisagem da cidade como, também, admite a especialista em combate à poluição visual pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Controle Urbano (Semam) Maria Luiza Távora, contribui com o aumento do stress cotidiano. Já a escritora Rocélia Santos do jornal O Povo acrescenta "é tanta publicidade em um curto espaço que não dá tempo nem de checar, mais profundamente, o que está se querendo anunciar". Sem falar que a maioria das publicidades são irregulares.
Foi tendo conhecimento desses fatos que a Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Ceará, apresentou, na última terça-feira, à prefeitura de Fortaleza o projeto para criação da lei Cidade Limpa, lei que já entrou em vigor no estado de São Paulo.
A LEI 8221-98 ant. 9o. proibe a colocação de engenhos de publicidade sobre qualquer forma. O projeto consiste em impôr a lei em locais que já tenham publicidade/propagandas em excesso. Também está na lei a censura de volantes ou folhetos com incorreções de linguagens, ofensas, etc.
Nós, publicitários (ou futuros), precisamos direcionar nossa criatividade para novas formas de fazer propaganda e não mais necessitarmos dos agentes poluidores visuais.

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Proibições na Propaganda Brasileira

terça-feira, 28 de agosto de 2007 por Saulo Lima Lemos

 

Ultimamente, você deve ter visto algumas comerciais “anti-álcool” na televisão. Pois bem, saiba que tudo não passa de uma campanha do governo contra a propaganda de bebidas em tal meio de comunicação.

Ele pretende reduzir os prejuízos causados pelo excesso consumo de bebidas alcoólicas, mostrando o lado ruim do produto. “A propaganda evidentemente mostra só o lado da alegria, da felicidade do congraçamento entre os amigos, da paquera, mas não mostra o outro lado, os riscos envolvidos no consumo abusivo do álcool”.

Levando em consideração todo o “pacote”, eu tenho que discordar da medida do governo. É certo que alguns podem estar pensando “Mas isso vai dar certo. Já funcionou uma vez, quando proibiram as propagandas do cigarro. Muita gente deixou de fumar por isso, então, muita gente vai deixar de beber por isso”. Sim, isto é verdade. É o lado bom de toda a questão, mas, eu, como futuro publicitário, tenho que “defender meu espaço no mercado”. Se os empregados não poderem colocar mais suas propagandas, o que eles deveriam fazer? Sim, a bebida tem seus males, se consumida em EXCESSO. É Tanto que em todas as propagandas aparece um pequeno aviso “beba/aprecie com moderação”. E não é verdade também dizer que o aviso é pequeno demais e que ninguém percebe e que as empresas não se importam com a vida das pessoas, e sim em ganhar dinheiro. A Skol já fez uma campanha que usou toda uma propaganda para dizer que quando se bebe, não dirige.

Cabe a nós tomarmos isso como exemplo, e não exagerar no consumo, pois, é principalmente contra isto que o governo está lutando. Apreciem com moderação e, se beberem, não dirijam.


Fonte:

http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2007/08/10/Brasil/Governo_quer_regulamentar_a_propa.shtml

Propaganda:

http://www.youtube.com/watch?v=tHqOaCt9h0I

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CAMPANHA DO ESTADÃO

terça-feira, 21 de agosto de 2007 por Roger Quentin Pires

 

TEXTO DE Sara Aragão



A Campanha do Estadão consiste em anúncios publcitários que colocam em dúvida a credibilidade do conteúdo dos blogs por meio de imagens ofensivas e comentários "debochantes".

Os blogs são abertos ao público para que este tenha um espaço para expôr o que desejar, fazendo do blog um diário pessoal a uma "página de pesquisa". Cabe ao pesquisador se informar sobre a fonte e ter base do que está procurando para assim optar se pode ou não no que está escrito no blog (lembrando que o que está escrito no blog, quase sempre, é uma opinião pessoal).

Creio que grande parte, porque não dizer toda, a blogosfera se opôs a campanha. Porém a campanha não foi totalmente negativa. Podendo ser encarada como um desafio à produção dos blogs, afinal muitos blogs, realmente, não merecem credibilidade (MAS OS BLOGS NÃO SÃO OBRIGADOS A TER CREDIBILIDADE).
IMAGENS DA CAMPANHA:

O Guto deve ter realmente uma visão curiosa e nova de se ver o Litoral Norte!

E se o Fredão ai tiver mulheres aos seus pés?!

Moacir defende que você deve ser você mesmo, sem preocupar-se com o que os outros irão pensar.

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Entrevista: assunto?! Publicidade...

terça-feira, 31 de julho de 2007 por Anônimo

 

Para uma entrevista é aconselhável pesquisar sobre o tema, ter um material técnico e blá blá blá... Mas a gente não fez isso. Não pesquisamos quase nada mas elaboramos algumas perguntas e arranjamos uma filmadora, um mp3 com função de gravador, 4 pré-estudantes de comunicação e duas pessoas dispostas a falar sobre PUBLICIDADE...



Será que isso deu certo?




Foto: Bia, Roger, Marina e Darwin após a entrevista.




Tiago Araripe, 55 anos - Diretor de Criação
Rodrigo meireles, 25 anos - Diretor de Arte
Agência LINK




Sabemos que publicidade é uma profissão contemporânea e bastante dinâmica, o que nos deixa a dúvida quanto a importância do diploma nesse ramo da comunicação. Perguntamos aos entrevistados se a formação universitária é imprescindível à profissão. Eles entraram em um consenso e nos respoderam que nessa área o "talento" é mais importante; inclusive Tiago Araripe não tem formação acadêmica. Ainda sobre a pergunta, Tiago observa que para o
jornalismo a formação universitária tem mais peso do que na publicidade devido às burocracias do mercado em cobrir as cotas de emprego para novos jornalistas e barreiras reguladoras na formação destes. O que nos faz concluir também que há maior facilidade de jornalistas tornarem-se publicitários do que o contrário.



Há uma curiosidade entre muitos em saber qual a predominância de preferências e opiniões na formação da publicidade, já que os profissionais da área estão mais aptos para discutir o trabalho. A resposta foi: Cliente manda mais, agência obedece. Principalmente no Nordeste, onde a propaganda é vista como um gasto, diferente do Sul, que é vista como um investimento.

Tivemos algumas discussões em relação ao uso de apelações nas propagandas, como a inclusão de animações ou figuras femininas e exibição de suas formas. As conclusões foram todas em volta de que mulher na praia (um lugar social e que indica diversão) de biquine não é apelativo, não tanto quanto "uma mulher de mini-saia apresentando um programa infantil". Já falando de "propagandas criativosas", Tiago e Rodrigo afirmaram que muitas nem são eficientes (vale ressaltar que muitos de nós lembramos da propaganda ao invés do produto), porém prevalece o ponto de vista do cliente.


Também nos mostramos interessados em saber o que é necessário para fazer uma publicidade. As pesquisas se concentram em preferências e tendências do mercado, público alvo, estratégia de venda e a mídia mais adequada; podendo ocorrer a exploração de mídias alternativas ("BUILD DOOR", OUTDOOR, BUSDOOR, HOT SITE, AÇÕES DE INTERNET, AÇÕES DE RUA...), servindo como complemento ou dependendo da estratégia publicitária.

Um dos integrantes do grupo de entrevistadores, Beatriz Jucá, pergunta se o publicitário perde a credibilidade quando defende dois políticos opostos em campanhas políticas (como o caso da Luiziane e do Cambraia). Tiago Araripe compara seu ofício ao dos advogados, onde ressalta que não passa de uma relação profissional.


Outra pauta em questão foi a apresentação recente do OUTDOOR: VAMO FAZER BARULHO PORRA!!! O qual foi censurado pelo CONAR (Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária). Os entrevistados afirmam que "agressão é diferente de impacto de comunicação". A essência da comunicação está em idéias que tenham força e conteúdo suficiente para chamar a atenção e que para isso existem outras soluções criativas.

Como encerramento da nossa entrevista escolhemos o tema da poluição visual, como exemplo em São Paulo. Muitas outras cidades de diversas nacionalidades sofrem com isso. A procura por pontos estratégicos nos grandes centros urbanos faz com que suma a visão da paisagem natural.





E num é que deu certo? Mesmo com toda a inexperiência, os quatro futuros estudantes de comunicação conseguiram fazer a tal da entrevista e dela arrancaram muitas informações e curiosidades, além da visão de de publicitários já experientes de alguns temas.





Entrevista de: Roger Quentin Pires, Darwin Marinho, Beatriz Jucá e Marina
Rosas



Texto de: Sara Aragão, auxílio e apoio de Darwin Marinho e Roger Q. Pires

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Comunicar 2007

terça-feira, 24 de julho de 2007 por Saulo Lima Lemos

 




Nos dias 25, 26 e 27 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco, acontecerá o Comunicar 2007, um evento que reunirá o mercado publicitário de todo o Brasil.
Durante três dias anunciantes, veículos, fornecedores, agências de publicidade, empresas de marketing e promoções, profissionais liberais e estudantes universitários debaterão o futuro da comunicação e da publicidade.




Um evento muito interessante, não é? Bom para quem está entrando agora nesse mundo como eu e mais outros estudantes de Publicidade e Propaganda, Marketing e até mesmo Administração.
A Programação do Evento é a mais diversa possível. Palestras sobre Marketing Digital, Workshops, Mães do Nordeste, Mídia Digital, Os Desafios da Propaganda no Brasil e muitos outros. Sua lista também inclui uma feira de Negócios e uma gincana.Dentre os palestrantes podemos destacar Maurício de Sousa, Sérgio Amado e Adriana Cury.






As inscrições estão encerradas.Em breve voltaremos com comentários sobre o Festival.






Mais informações, entre no site:
http://www.comunicar2007.com.br/index.html

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Querido Diário,

terça-feira, 17 de julho de 2007 por Anônimo

 

Hoje acordei tarde, como todos os outros dias. Fiquei um pedaço deitada no meu colchão ORTOBOM, é um dos mais caros por ser mais macio, porém o preço compensa, descobri que passo 1/3 da minha vida sobre ele. Coloquei minha IPANEMA, a única anatômica, sou mais ela a HAVAIANA ("todo mundo usa"), e fui a cozinha lanchar. Todas as manhãs tomo meu ACTIVIA, pois ele tem agentes reguladores.

Fiquei o resto do tempo de frente da TV, uma SANYO, porque ela não oferece qualquer serviço e sim um 'continental europeu', seja lá qual diferença faz. No início da tarde liguei pra uma amiga, usei o telefone da sala, um SIEMENS, aquele que todo mundo tem (não sei o porquê, porque esse telefone é uma "bomba", quem já me ligou sabe, mas deve ser por que é sempre "a melhor oferta"). Minha amiga tava indganada porque estava esperando uma encomenda do Sedex havia uma semana e ainda num tinha chegado, mas ainda bem que pra "tudo na vida tem sedex" - desconfio que até mesmo a justiça brasileira, mas aí é outro papo.

Fui tomar banho com o sabonete FOFO, com cheirinho de bebê. Troquei de roupa. Tirei meu pijama MALWE, que é tão gostoso quanto um abraço e coloquei aquele vestidinho da C&A, porque lá eu uso e abuso nas compras. Comi uma lasanha de soja da SADIA no forno para poder "comer com muito mais prazer" (será que vem com algum ingrediente afrodisíaco?) acompanhada de uma coca bem geladinha, pois eu sei viver o que é bom. Aproveitei o fim da tarde pra gravar uns CD´s pra minha mãe do ROBERTO CARLOS, foram tantas emoções. Achei estranho foi quando vi a marca do CD, FABER CASTELL, aquela que está sempre comigo. Realmente, achava que ela só me acompanhava na escola. A noite meus pais avisaram que íam sair pra tomar uma BOA, pra mim, uma BOA, seria uma xícara de café com leite da SANTA CLARA, "o que todo mundo quer beber", mas o que será uma BOA pra eles? Hum.. deve ser aquela cerveja!

E eu fiquei sozinha em casa, usando a internet VELOX (porque com ela eu fico conectada em altíssima velocidade), comendo BONO (com muito mais recheio), acompanhando da nova água da coca cola AQUARIUS FRESH (levemente gaseificada e com gostinho de limão, além de zero açúcar), sempre beliscando um salgadinho da chips (já que "é impossível comer um só"), que me fez lembrar do BIS, que lembra chocolate e me dá vontade de comer BATOM GAROTO (sabia que esse desejo ainda ía chegar um dia, por isso que vivo pedindo minha mãe pra comprar BATOM)...

Novamente coloquei meu pijama MALWE, o qual me fez sentir abraçada, cortei minha unhas com a tesourinha do MICKEY (que só eu tenho, você não tem), tomei meu DORIL, porque com ele a dor some e consigo descansar depois de mais um dia ansioso pelo início das aulas... Boa noite!

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terça-feira, 10 de julho de 2007 por Saulo Lima Lemos

 





A Guerra entre as Marcas





Tudo no Brasil é diferente. Não há como negar. O clima é diferente, o futebol é diferente, as favelas sao diferentes, a justiça é diferente, as pessoas são diferentes, até a política entre os comerciais são diferentes. Enquanto um comercial norte-americano “chocou” as pessoas por um garoto usar uma lata de Coca-cola como degrau para alcançar uma Pepsi, no nosso país não se pode nem sequer citar o nome de outro produto que elas já caem em cima com processos e tudo mais. Eu sei que precisamos de um pouco de ética e bom senso para saber usar “uma marca contra ela mesma”. Trata-se de uma competição e é natural essa guerra, mas isso de querer derrubar os outros, seja falando mal de um produto em um comercial, ou metendo processos por uma citação boba, não é em nada sadio.

Vamos a alguns exemplos:
  • Anos atrás a Bom Bril lançou amaciante de roupa, chamado Mon bijou, que na época tinha um concorrente. Na primeira propaganda Carlos Moreno apresentou o Mon Bijou e o concorrente, lado a lado. Os dois produtos estavam debaixo de um lenço, ele tirou o lenço de cada e apresentou ao publico os dois notificando o diferencial do Mon Bijou. Após veiculação da propaganda a concorrência entrou com uma ação na justiça e tirou o comercial do ar. Semanas depois, aparece Carlos Moreno e os dois produtos embaixo do lenço, lado a lado novamente. Ele fala, mais uma vez, das vantagens do Mon Bijou, e não tira o lenço do outro produto, dando ainda a entender que é o da concorrência e ainda fala a frase "E você não vai aparecer na televisão porque reclamou muito".Mais uma vez a concorrência entrou com ação e tirou do ar o comercial. Na terceira propaganda, Carlos Moreno está com os dois produtos embaixo do lenço e, de novo, ele retira o primeiro lenço e mostra o Mon Bijou, falando de suas vantagens, e no finalzinho ele tira o lenço do segundo e lança ao público o novo Mon Bijou com cheiro Lavanda. Estratégia que impossibilitou a concorrência de mover ação judicial contra e alavancou as vendas do novo produto da Bom Bril.
  • Outras que sempre estão brigando entre si são as marcas de cerveja. Na época do lançamento da Nova Schin, usaram o slogan “Experimenta”. Tempos depois aparece um comercial da Antarctica com um bebedor indo ao bar com um tapa ouvidos pedindo uma Boa, tendo ao fundo, mas sem som, pessoas “dizendo” Experimenta! Outra guerra, mais uma vez na cerveja, foi o troca-troca do Zeca Pagodinho nas propagandas, se não me engano de Schin e Brahma. Ele “era da Brahma, foi para a Nova Schin e voltou pra Brahma”. Sem falar da Skol dizendo que as outras bebidas são todas quadradas. Nessa briga das cervejas, já acontece algo mais aceitável. Eles não citam nomes dos concorrentes, mas deixam a entender quem são, contudo não é motivo para meter processos e tudo mais.





Não sei o que é que há com o Brasil que acham que não se pode dizer os nomes das outras marcas que já afirmar ser algo desleal e chegam a levar à justiça.

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Isso que você vê é o que realmente vê?

terça-feira, 3 de julho de 2007 por Anônimo

 

Propaganda subliminar vem ao nosso conhecimento através das mensagens subliminares existentes para todos os cinco sentidos: Visão, olfato, paladar, tato e audição. Sendo mais comum através da visão. A mensagem subliminar carrega diversas contradições, mas a maior delas ainda é se existe ou não. Mas essa crença deve ser concluída individualmente.

Para melhor tentar explicar esse fenômeno vou puxar para meios científicos e comprovados quanto à mensagem subliminar visual: Nossos olhos focam sempre o objeto principal da imagem: o que seria responsabilidade da visão central, enquanto que a maior parte ‘do nosso mundo visual’ está na área que chamamos de visão periférica. Geralmente, são essas imagens captadas a nível subliminar, ou seja, captadas e enviadas ao nosso cérebro de forma inconsciente, involuntariamente. Por isso ela ser tão perigosa, não notamos a sua presença.
...Picnic...




A primeira aparição da propaganda subliminar se deu no filme norte-americano Picnic (em 1956 foi publicado o primeiro registro de idéia subliminar. Essa história é antiga, não?), no Brasil, exibido como Férias de Amor. Durante o filme, imagens eram projetadas com a velocidade de três mil para cada segundo – para dar movimento a um filme são necessárias apenas 24 fotogramas por segundo. Eram flashes imperceptíveis ao olho humano que traziam mensagem estimulantes como “coma pipoca” e “beba coca”. Diversas pessoas assistiram sem ter noção da experiência.E num é que deu certo? Foi registrado um aumento de pouco mais de 57% na venda de Coca Cola e 18% na venda de pipocas.




Você não acredita?
...Analisando as cores...



Essa forma podemos encontrar em dois grupos fortes em suas propagandas: McDonald´s e, novamente, a Coca Cola ( Investindo forte mais uma vez em mensagens subliminares).

Coca cola igual a preta e vermelha: onde preto significa abafado e vermelho significa calor. Ou seja, quantas vezes já proferimos a frase: Que calor é esse! Ah, uma coca bem gelada!



Já no McDonald´s,o amarelo significa vazio e o vermelho, calor: provocando a sensação de fome de comida quente.





Talvez você ainda não esteja acreditado, não é?



...“Hare Krishna”...

Um professor interessado em seitas e religiões, durante sua pesquisa, nota algo diferente no movimento “Hare Krishna”. De acordo com suas conclusões, esse movimento possui os cinco sentidos como forma de persuasão.
“Logo na entrada do templo, verifica-se a representação gráfica de vários
deuses, sempre vestidos de roupas muito coloridas. Seus adeptos vestem-se de
roupas igualmente coloridas, cada representação uma posição hierárquica dentro
da seita. O indivíduo imediatamente é inundado por um mar de incensos e ervas
aromáticas. Em seguida, quase que instintivamente é levado a tocar nos de senhos
e pinturas representativas dos deuses. Ao som das cítaras ou outros instrumentos
hindus, o visitante vai saborear o “prasadan”, que é a comida consagrada dos
deuses e que, certamente vai pagá-lo pelo estômago. Não à toa que milhares de
jovens e adolescentes se dispuseram a conhecer o templo e nunca mais voltaram.”
...Nova Schin...

Um comercial de cerveja, transmitido pela TV em setembro de 2003, causou grande polêmica: (Você deve lembrar dessa propaganda)Uma passeata caminha em direção ao apreciador de cerveja, sambista e pagodeiro Zeca Pagodinho. O qual está recusando a cerveja (da marca Nova Schin) que o garçom está servindo. Até que, do meio da multidão, surge um rapaz que fala “Peraí, peraí. Deixa comigo!” e gesticula algo no ouvido do cantor, algo que não é identificável. E Zeca dá um gole na cerveja. Logo depois uma garota se aproxima do cara e pergunta o que ele falou pro artista. O figurante responde “Uai, eu virei pro cara e falei: Experimenta! Experimenta!Será que foi isso mesmo que o cara falou? Um curioso se deu o trabalho de isolar o trecho da fala que se aproxima do Zeca. Diz o curioso que dá para ver nitidamente o que o tal cara fala: Vê se tu bebe isso aí agora, cara ou eu pego essa garrafa e enfio no seu rabo... Dá pra acreditar?*A forma com que se apresenta o apelo para experimentar não é nada subliminar, pelo contrário, está muito é explícito. Porém, devido o nível da mensagem não ser lá essas coisas, a mensagem não deve surtir muito efeito, pois ela está sendo proferida de forma grosseira. (explica um defensor do comercial quando muitos se mobilizaram querendo processar o fabricante da marca pela forma com que se usou não o “experimenta” – induzindo crianças e adolescentes de forma explícita - e sim a forma como que enviaram a mensagem subliminar: ameaçadora).
... RPG? Magic?...


O Role Playing Game que representa “Jogo de Representação/ Interpretação” nasceu nos EUA em 1970. O jogo nasceu da necessidade de humanizar os personagens (vampiros, gárgulas, monstros, lobisomens, demônios que se alimentam de vermes, almas e etc.) que caracterizam-se por sentimentos como medo, depressão, ansiedade, desejo de aventura.. Fazendo do RPG um jogo “psicodramático”, agindo de forma tão envolvente com o mundo real que pode chegar a confundir o jogador quanto ao que só pertence ao universo imaginário. È a parte a qual preocupam-se diversos especialistas, pois há usuários com muita empatia na assimilação das características de seus personagens, envolvendo-se emocionalmente com eles, levando até muitos deles a quadros depressivos caso ocorra a morte do seu personagem. Outro jogo preocupante é Magic. Um jogo de coleção de cartas. Cada carta vem com imgem de um demônio ou lobisomens (entre outras criaturas, pra variar) e seu respectivo poder. É um duelo de mágica que define o vencedor pela quantidade de cartas ou pelas táticas usadas pelos seus adversários. Magic também retém uma grande jogada de marketing, a qual quanto maior o poder de uma carta, mais difícil de achá-la e mais cara. Jogos como esses viram epidemia no mundo contemporâneo. Muitos explicam isso por serem jogos que trazem imagens e mensagens demoníacas sublinarmente.

Outras imagens (como os cards de Magic) possuem formas que colocadas de maneiras diferentes: de lado, contra a luz ou até mesmo analisando seu reflexo no espelho, apresentam formas demoníacas (Transformações bruscas como um desenho de anjo representando uma criatura grotesca). Essas imagens também são observadas em embalagens de alguns produtos, citamos por exemplo a embalagem do xampu SEDA. Acredita-se que esse tipo de jogo é repleto de mensagens subliminares que agem na mente de usuários e os fazem cometer crimes (como os freqüentes suicídios e homicídios) sem terem a noção do que tão fazendo, simplesmente por misturarem a fantasia com a realidade.

Difícil de acreditar. Mas que existe, existe. Qual a sua explicação pra isso, então?
...A propaganda subliminar não é reconhecida pela constituição brasileira...
Na há recurso que proíba, de forma direta, a propaganda subliminar. Porém, de acordo com o artigo 20 do Código de Ética dos Publicitários, a propaganda subliminar fere a legislação quando essa impõe que toda mensagem deve ser transmitida de forma assumida e explícita. Esse método publicitário também vai de encontro ao Código de Defesa do Consumidor que proíbe o uso de propagandas disfarçadas. De acordo com o artigo 36: A publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal.
...Formas de indução psicológica da vontade...
-> Concentração da Atenção: Com a ajuda de efeitos subliminares, as publicidades de TV, rádio prende a atenção do consumidor sem que ele saiba, o que impossibilita a ação da faculdade crítica do indivíduo. O que torna ainda mais efetiva que somente uma propaganda de persuasão.
-> Do Efeito Invertido: "Quanto mais tenta-se fazer uma tarefa, mais difícil fica atingir o sucesso." Ou seja, nossos vícios são coordenados por nossa imaginação (um cheiro, uma lembrança), a vontade é só uma consequência, então, quando queremos lembrar de algo, entra em jogo a vontade e a imaginação, prevalecendo a imaginação. Idéias negativas podem vim a se realizarem por elas obedecerem a imaginação.
-> Do Efeito Dominante: A superioridade de uma emoção mais intensa, aidna mais quando essa somada a uma sugestão. Digamos que uma vontade deve ser estimulada, assim como o desejo por relaxamento é estimulado por um toque suave, uma massagem.


A cada momento somos expostos a diversos estímlos, os quais, em sua maioria, não são ligeiramente percebidos conscientemente pelo nosso cérebro, mas essa é uma informação que fica lá guardada. Por isso, devemos tomar muito cuidado nas coisas que nos são apresentadas, nem tudo estar ali só por estar. Nossa imaginação nos apresenta mundos maravilhosos, mas temos que trabalhá-la bem pra que não seja só mesmo uma ilusão , e podermos dá sentido em tudo aquilo que conseguimos captar.

Curiosidade: "A sintetização em laboratório, por exemplo de hormônios e feromônios para serem utilizados em campanhas publicitárias e/ou produtos de consumo já é realidade em muitas áreas. Você seria capaz de imaginar por exemplo o que representaria a a sintetização daquele aroma inconfundível e tão característico de carro zero, ou o feromônio produzido pelas mulheres quando estão nos chamados ‘dias férteis’?
Há pouco tempo lemos uma notícia que dizia que jovens japoneses entavam desembolsando muito dinheiro adquirindo pela internet calcinhas já usadas (e sem lavar ...) por jovens colegiais."
(Texto retirado do site www.mensagemsubliminar.com.br)
Baseado em:Ong Mensagem SubliminarPrograma neuro linguístico de Hipnose e Letargia ministrado em Cuba pelo Dr. Rodrigo Nogueira e pra Dra Christiane Nogueira.



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SP & RJ x O Resto do Brasil

terça-feira, 26 de junho de 2007 por Saulo Lima Lemos

 



Há quem diga que os melhores locais para se trabalhar, no ramo de Publicidade e Propaganda, são Rio de Janeiro e São Paulo. Também há quem diga que se você é bom no que faz, mas não se encontra nestes lugares, não passa de mais um talento desperdiçado. Agora, eu me pergunto se isto seria mesmo verdade.


Indústrias e ONGs são exemplos de verdadeiros absorvedores de empregos. Por isso há grandes oportunidades nos grandes centros e em qualquer outro lugar de intensa movimentação econômica. Implicitamente, está escrito São Paulo e Rio de Janeiro (os estados, e não suas capitais) no lugar de “grandes centros”.


Mas você concorda com isso? Acha mesmo que só há bons profissionais nestes lugares? Esta é uma pergunta que, praticamente, não divide muitas opiniões. Muita gente responderia que não depende do lugar, e sim, da pessoa. Não só para os publicitários, mas também para qualquer outra profissão. Sendo feita com paixão e amor, de corpo e alma qualquer trabalho será considerado ótimo. E sendo ele ótimo, isto abrirá muitas portas para as pessoas.


Não existe um estado ou uma universidade que tenha ou forme os melhores profissionais. Resumindo, gente boa há em todo o Brasil. O que acontece é que a maioria migra para o “coração” do país, por estarem lá as maiores empresas. Acrescento algo: Se um dia o eixo comercial e industrial da nação se mudasse para o Acre ou para Roraima, eles se tornariam o alvo de “crítica”, como acontece hoje com SP e RJ. Então, não se preocupe com o lugar onde mora. Sendo competente, você segue em frente.

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"Propaganda é a alma do negócio"...

terça-feira, 19 de junho de 2007 por Anônimo

 


... Como também a embalagem, a qualidade, o consumidor, o ponto de venda, o vendedor, a mensagem!

Uma das maiores provas da presença publcitária no nosso cotidiano está na nossa forma de falar. Sempre tratamos o produto pela marca. Damos o maior valor tomar um Nescau, não importando se aquele pozinho veio de um pacotinho com o nome escrito NESCAU, ou Showcalt, ou Toddy... Ou então quando vamos tirar uma xérox (ou xerox), o que na verdade não é uma xerox, mas sim uma fotocópia. Xerox é a empresa invetora e mais importante responsável pela fotocópia.

A propaganda destes produtos influiu tanto na nossa opinião que já não conseguimos estabelecer diferença entre o poduto e o seu nome. Um exemplo prático é quando usamos água sanitária ou Q´Boa, mas Q´Boa é a mesma coisa que água sanitária, só que a propaganda fez com que ela ganhasse uma fama de ser um produto com propriedades superiores a outras marcas, e nós, meros influenciados, acreditamos que pra tirar mancha ou acabar com aquela pecinha de roupa é Q´Boa nela!

Outro freqüente erro é o do Nissin Miojo, "vou fazer um Nissin Miojo pra mim", ah não vai não! Quer dizer, pode ir, desculpe-me, mas caso seja um miojo da marca Nissin, senão, é só um miojo (ou macarrão instantâneo - melhor esse que não tem erro). Ah! E o Bom Bril? É o campeão!Nossa... "Menino arruma aee um Bom Bril pra colocar nessa antena"... Quem garante que aquele pedaço de lã de aço num veio de um pacote de Assolan? Talvez porque falar Bom Bril soe melhor... Não, vou viajar não! Foi influência da propaganda mesmo, ainda mais por ser uma empresa tradicional, o que pode contar vantagem, afinal teve muito mais tempo pra infiltrar nas nossas cabeças como produto único.

Outra coisa é falar do produto quando ele é disparadamente visível melhor. Como você ter um relógio, ou um Rolex, ou um Timex; todos são relógios, eu sei, mas são Os Relógios. Porém isso vem de tradição das empresas. Não é porque elas conseguiram isso que chegam agora novas empresas tentando implantar a mesma idéia.Tomamos como exemplo as propagandas de celulares ("você não tem um celular, você tem um oi"), ou a da Brastemp ("assim, não é bem uma brastemp" - mas nem por isso deixa de ser uma geladeira). E a da Chevrolet? "Não é só um carro, é um Chevrolet!"; ah... É carro e acabou! Se ao menos fosse um Mercedes.

É! Erramos muito no nosso português, devemos prestar mais atenção no que dizemos, nossas idéias andam sempre em confusão. E tudo isso é culpa de quem? De quem? Do meu futuro eu: publicitária.

A publicidade age de forma tão sutil no nosso dia-a-dia que passa despercebidapara nós, mas com muito significado na conta bancária de um empresário.


*Com o esclarecimento de que xerox é uma marca, tiramos a conclusão da freqüente dúvida do erro entre xérox e xerox. O correto é xerox, já que a marca é Xerox.

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O que fazer em Publicidade e Propaganda???

terça-feira, 12 de junho de 2007 por Saulo Lima Lemos

 

Publicidade e Propaganda

Dê uma olhada neste vídeos. Garanto-lhe que não vai tomar muito de seu tempo.
http://www.youtube.com/watch?v=wpYlxORZmxY

Depois desse vídeo, você deve estar pensando “Nossa!!! Criatividade é tudo nessa área.”, não é?! Se pensou nisso, saiba que está bastante equivocado. É certo que trabalhos criativos impressionam e tal, mas Publicidade e propaganda não é apenas criar campanhas bacanas ou ser muito persuasivo. Tem muita coisa por trás disso também.

Não pense que se você não é muito criativo, está perdido nesse ramo. Não! Você pode fazer muitas outras coisas nas agências. Além da parte da criação (desenvolve as campanhas publicitárias) você pode trabalhar em:

Atendimento – serve de ligação entre a agencia de publicidade e o cliente para levantar dados que guiarão a campanha de divulgação de um produto ou empresa;
Gerência de Produto – administra as ações de publicidade e de promoção de vendas de um produto;
Marketing – planeja estratégias de vendas estudando desde a campanha até o mercado, sua evolução e possibilidades;
Mídia – escolhe os veículos de comunicação mais adequados para a campanha;
Pesquisa – obtém dados sobre os consumidores e avalia o impacto que a campanha fará sobre o público;
Produção – executa comerciais, anúncios e jingles nos meios de comunicação;
Promoção de vendas – elabora estratégias de vendas, desenvolve campanhas de diversos tipos de produtos;
Entre outros.

O mercado, atualmente, está muito, digamos assim, “aquecido”, porque as empresas se preocupam cada vez mais com a imagem de seus produtos e serviços prestados, buscando consolidar sua marca. Para atender a demanda, os especialistas em Marketing e promoção de vendas encontram vagas em setores que estão crescendo muitos, como por exemplo, em indústrias, ONGs e companhias ligadas ao campo de beleza e estética.

As agências de publicidade oferecem, sim, boas perspectivas para quem trabalha na are de criação, atendimento e mídia, entretanto também há grandes chances para pessoas interessadas nas área de merchandising, comunicação dirigida e assessoria de imprensa.

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Extra! Extra! "Bin Laden adora publicidade"

terça-feira, 5 de junho de 2007 por Anônimo

 




Eu já tinha um texto prontinho para ser postado hoje, juro! Só que chegou o Roger com um a notícia "quentinha" ocorrente no Fantástico de domingo à noite: Bin Laden adora publicidade. Isso mesmo, de acordo com Abdel Bari-Atwan, considerado "homem de confiança" do terrorista mais procurado do mundo, Osama Bin Laden, ao contrário do que muitos pensam, não quer se esconder e sim se mostrar!

Entre os anos de 2000 e 2002, Bin Laden foi o cara mais popular do planeta Terra, o até então pedófilo Michael Jackson perdeu pra ele. Aparecendo diariamente na mídia televisiva mundial (especialmente a Al-Jazeera) através de vídeos caseiros feitos em câmeras de celular em lugares que nunca ninguém sabe onde ficam. Sua queda de popularidade nos últimos anos deve-se ao fato de suas gravações terem perdido valor no mercado da mídia, no Brasil, dando espaço ao crescente tráfico e violência no país.

Em entrevista a Geneton Moraes Neto, Abdel diz que Osama quer manipular a mídia. E afirma que a "única maneira de manipular a mídia é atacar grande cidades como Londres,[...], Nova York, Washington". Será que ele tem raiva é do povo que fala inglês? Estou brincando, tem Madrid-Espanha aí no meio. Mas ele acha que atacar esses grandes centros o faz uma "figura dominate na mídia", por isso há apostas que existirá um novo ataque e será inevitável.

Excelente notícia para o governo Bush, que desde o início da guerra cismou que a focalização da vitória sobre o terrorismo vai fazer com que consiga manter seu cargo de presidente dos Estados Unidos, não ecomomizando verba para expôr seu esforço! Mas mostrando ao mundo uma política externa contrária da sua política interna: NÃO À DEMOCRACIA! NÃO À IGUALDADE SOCIAL! Entre outros... grandes exemplos do que há dentro daquele país e que atrai a admiração de todos os outros.

Essa novela ainda vai longe! Então, esperamos por mais notícias suas,querido Bin Laden. Querendo me conceder uma entrevista estou aqui, fazendo o convite formalmente e em público. E não se preocupe com o sigilo, não estou interessada na recompensa de 50 milhões oferecidapelo governo americano por sua cabeça, e sim mais um filme estrelado pelo senhor. Por favor não saia da mídia! Já que já temos Senhor dos anéis 1,2 e 3...Homem-Aranha 1,2 e 3... Piratas do Caribe 1,2 e 3...




Texto escrito por: Sara Aragão
Idéia de tema por: Roger Pires

Imagem modificada por: Mael Costa - http://flog.festanet.com/maelzim




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TOP 10

terça-feira, 29 de maio de 2007 por Roger Quentin Pires

 

*Este texto foi escirto por Saulo Lima

Este blog estreou recentemente. Ainda não me considero um grande crítico de comerciai de TV, mas tomei a liberdade, fundamentando-me em algumas opiniões, de fazer uma lista, meio que simbólica, de 10 marcas com as melhores propagandas na TV brasileira. Isso mesmo! Não se trata de “uma melhor propaganda de um produto”, e sim, dos melhores anúncios de várias marcas – no caso dez – que sempre vêm inovando seu trabalho a fim de, não apenas, ganhar novos clientes, como também assegurar seus habituais compradores. Por isso não estranhem a falta de uma propaganda criativa. Levou-se em consideração o histórico das marcas.Dentre os critérios utilizados, observou-se se a propaganda era original, chamativa e persuasiva. Ao fim do processo, chegamos ao seguinte resultado:


10 – Albany: Esse “confronto” homem x mulher, por causa das diferenças entre os sexos, serviu base para uma propaganda bem interessante do Albany que fala das diferenças entre homens e mulheres. Algo, assim digamos, “leve”, que não fosse interpretado como uma forma de preconceito ou semelhante.


9 – Brahma: A Brahma, atualmente com o Zeca Pagodinho, não é uma das melhores propagandas da TV, apesar de o novo slogan – “Quarta-feira agora é Zeca-feira”, que está mais para lema, já ter virado mania. Mas não podemos deixar de esquecer seu “auge”. Já presenciamos duas ótimas campanhas com esse produto. Um deles foi a dos caranguejos/siris que saiam e bebiam a cerveja de um indivíduo na praia e que, no fim, ainda o zombava com o, na época, tão falado “Nã na na na”. Outra foi na época de Copa do Mundo de 2002 (que traz ótimas lembranças, por sinal) com a tartaruga craque no futebol e seu “íííííí”.


8 – Chevrolet: Das propagandas atuais de carros, esta é a que chama mais atenção. Seu slogan é uma frase de incrível auto-confiança que nos faz acreditar, se comprarmos, adquiriremos o melhor produto. Sim, estou falando da “Campanha do Vectra”.Antes desta campanha “estrear”, as pré-estréias faziam um chamado por um melhor design do carro. Após um tempo, a marca vem dizendo que depois de vários testes com inúmeros designs, cores e acessórios, restou apenas um estilo para o novo Vectra: o antigo Vectra, acompanhado de uma frase singela: Um Vectra não precisa de mais nada. Realmente, sou obrigados a concordar. Este carro é um ótimo produto, com um preço acessível em comparação a outros de mesmo estilo. É bonito, elegante e que, de acordo com o que quer dizer o novo slogan, “se melhorar, estraga”.


7 – Unibanco:Ultimamente, o comercial de animação gráfica da Unibanco vem desbancando a concorrência. Através dos carismáticos “mascotes”, a empresa vem ganhando cada vez mais clientes. Até porque a sua propaganda não é, em nada, enganosa. Tudo que eles afirmam fazer, eles fazem mesmo. É algo simples e engenhoso.


6 – Visa: Sou obrigado a destacar a mais recente campanha desta empresa. É uma propaganda bem criativa e de impacto. O “Agora só falta isso; não falta mais” é, realmente, uma frase de efeito que nos faz acreditar que este é O produto. Sem deixar de lado a grandiosidade da produção do comercial. Também não é divertida, mas é muito interessante e de uma simplicidade incrivelmente engenhosa.Entretanto não consegui encontrar uma propaganda desta campanha na rede mundial de computadores. Mas isto não me impede de postar um grande comercial desta mesma marca.


5 – Claro: A Claro pode estar no mercado há pouco tempo, mas vem sempre com ótimas propagandas. São criativas, divertidas e envolventes. É impossível destacar uma ou duas de seus comerciais, uma vez que ela tem sempre inovado. Alguém aí se lembra daquela, se não há engano, no Natal, em que filhos ganham dos pais um Marcelo Antony ou uma Karina Bachi e eles não gostam? “Poxa mãe, eu queria um celular da Claro, por ter muitos modelos, baratinhos e que lhe dá até R$ 600,00 de bônus”. Outra, também muito divertida, é aquela em que, também no Natal, a mãe “flagra” a filha falando com alguém. Esta prontamente responde: “Tô falando com o Papai Noel. Dããã! Pensou que fosse com o chipinho da Claro?”.Outra, umas das mais recentes é a que diz o que nós podemos fazer com o dedo indicador. Simples e criativa, mas interessantíssima. Devo confessar que o comercial encantou muitas pessoas.


4 – Mastercard: Desde que foi lançado, o “Existe coisas que o dinheiro não compra. Para todas as outras existe Mastercard.” virou um slogan inesquecível. Praticamente um exemplo de vida. O bordão é genial e “ta na boca do povo”. Tanto por ser criativo, como por ser verdade mesmo. Nem tudo se compra. Nem tudo se vende. E é isso que a campanha em si quer dizer. Os sentimentos não têm valor comercial. Mas o resto, sim.


3 – Seda: A marca seda sempre traz uma ótima propaganda, criativa e divertida, mas a que mais me chamou atenção até agora foi aquela com o slogan “Me olha. Me olha de novo”. Uma frase que chama a atenção, por ser realmente o que acontece com as mulheres, acompanhada de um anúncio bem criativo e que, além de tudo, ainda faz do sexo feminino uma raça confiante, inteligente e com respeito próprio.


2– Skol: Essa é uma das únicas propagandas que sempre tem temas divertidos e criativos. Sempre inovando, a Skol já trouxe vários temas divertidos. A “cerveja que desce redondo” não precisa apelar com milhares de pessoas dizendo experimenta para convencer seus compradores. Usando-se de temas criativos, ela faz pessoas pararem o que estão fazendo para a assistir.


1 – Bradesco: Viu-se nesta lista, que as propagandas eram, antes, originais do que grandes. Entretanto esta empresa soube conciliar as duas características. É, até agora, a melhor e maior propaganda brasileira. Bradescompleto é o slogan mais criativo, produtivo e auto-confiante de todos os tempo. Elogios para este não faltam. Agora, de todas as propagandas já apresentadas deste banco, a partir deste slogan, com certeza, a melhor é aquela com Cirque de Soleil. Um clássico. Amabilíssimo. Comparando as atrações artísticas magníficas e envolventes do espetáculo ao trabalho e às propostas do Bradesco.

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Publicidade ou Propaganda? E que tal Merchandising?

terça-feira, 22 de maio de 2007 por Anônimo

 




Já dizia o famoso trocadilho: Toda propaganda é uma publicidade, mas nem toda publicidade é uma propaganda. Uma propaganda tem por finalidade apresentar um produto ou uma área de trabalho e induzir o consumo do tal ou até mesmo da prestação de algum serviço. Já publicidade age de forma mais abrangente, não tem a obrigação de vender, mas sim levar o conhecimento ao alcance das pessoas, tornando íntima a relação entre projeto e cliente, fazendo uso de diversos mecanismos: a propaganda, o marketing (preocupa-se com preço, locais de distribuição, entre outros) ou o merchandising (aproveita-se de programas ou outras propagandas para se promover). E é neste que eu queria chegar, o famoso 'Merchan'.

Muitos se confundem com o real significado da palavra merchandising - podendo ser traduzida de maneira mais geral por mercadização. Sabe aquela coisa chata que acontece quando você está assistindo a novela das 8 e aparece a Regina Duarte super entusiasmada com o novo creme da 'Avon' porque deixa as mãos mais suaves? Ou quando a Claudete (apresentadora) pára tudo pra apresentar a nova HP que não só tira foto como também filma, hein? E vem com cabo longo... Chato, não é? Eu também não gosto, porém essa é uma forma de merchandising e acredite: é a melhor forma de aproximar a marca do consumidor - imagens + produtos = testemunhal; e uma das mais caras, já que o retorno é muito maior e mais rápido que o de um anúncio/campanha.

Outras fomas de 'Merchan' é a degustação em supermercados, ou destacamento de produtos no meio de outros, tomamos como exemplo as prateleiras de bebidas sempre com um monte de pastilhas e amendoins pendurados pertinho delas apesar de ali não ser a seção deles.

Como espectadora, não aprovo a tática de merchandising, pois fica aquela cena solta. Porém, com olhos de futura publicitária, sou fã do merchan, já que aquela cena solta vem através da chamada de uma personalidade agindo como uma testemunha,o ouvinte, que já estava "ligado", continua prestando atenção. E quem nunca se sentiu influenciado ao ver aquela celebridade usando ou mostrando um produto, hein?


-> O nascimento da Merchandising: [De acordo com o site wikipedia] Antigamente os produtores levavam suas mercadorias para serem comercializadas nos armazéns, onde todos os feijões ficavam em embalagens iguais (venda a granel).Alguns produtores decidiram destacar seus feijões dos outros inserindo uma inscrição na embalagem e assim diferenciando os seus produtos. A partir daí essa diferenciação foi evoluindo até se separar do produto em si e atuar isoladamente.

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