CQC! Será que custa muito?
segunda-feira, 18 de agosto de 2008 por Roger Pires

O CQC é composto por 7 homens que, de alguma forma, já participavam do cenário do humor e/ou da televisão nacional. Os sete são: Marcelo Taz, Rafinha Bastos, Marco Luque, Rafael Cortez, Oscar Filho, Danilo Gentili e Felipe Andreoli. Cada um desempenha um perfil no programa e o principal deles, sem dúvida, é o experiente Marcelo Taz, ou o cara do "POR QUE SIM NÃO É RESPOSTA" da castelo ra-tim-bum, que, além de ser o principal apresentador, está por trás da idealização dos quadros.
O programa CQC é um humorístico, ai já aparece sua marcante característica: muitos consideram o tipo de humor praticado no programa como humor inteligente. Humor inteligente né? É aquele que é mais difícil de entender? Aquele que para rir você tem que ser mais informado? Ah tah! Um humor para elite cultural! Que bom! Se eu defendo elitismo? Não, não... Apenas entendo que se esse tipo de humor vai forçar as pessoas a se informarem mais para entender, isso é ótimo para a formação da população. Temas variados são tratados no programa, política e seus representantes, por exemplo, são bem alfinetados pelo componentes do CQC.
Outra coisa que me chamou muita atenção na pesquisa desse texto, foi a recorrente comparação ao programa Pânico na TV, e concordo com a idéia de que o CQC não limita-se a fazer rir, mas a inserir críticas.O quadro PROTESTE JÁ, no qual uma problemática que interessa à sociedade é abordada com o intuito de resolver o problema, usa o humor sátiro para causar uma mudança. Já o Pânico, se faz muito superficial e efêmero, apesar de muito criativo. O CQC Brasil é apenas uma adaptação de um programa internacional, nesse ponto ele perde muito no fator originalidade. No quesito edição, o panico perde. O CQC é muito bem montado e os efeitos inseridos na tela são bem mais criativos; o pânico usa um estilo mais trash.
O Quadro mais interessante, na minha opinião, é o Repórter Inexperiente, conduzido por Danilo Gentili, nele é feito uma crítica severa aos repórteres "preguiçosos". Danilo se passa por um repórter que está fazendo sua primeira entrevista e comete gafes monstruosas, muitas vezes irritando o entrevistado. Mas é exagerado o que ele faz né? Isso não existe na realidade jornalística...
Outra diferença percebida no CQC é a liberdade que os apresentadores têm de falar sobre qualquer assunto e pessoa, assim, inteligentemente, usam o tom de brincadeira para "apertar as buchechas" de alguém ou fazer um comentário pessoal.
Para concluir, deixo minha crítica altamente positiva para esse programa e indico a quem não assistiu ainda, aproveitar que hoje é segunda-feira e sintonizar na BAND às 22:15 ou clicar nos lins abaixo e ver pelo youtube mesmo.
Quanto ao título, será que custa muito fazer um programa diferenciado e que proponha, no mínimo, algum tipo de reflexão ou mudança? Acho que não, o que falta é interesse nisso. É bem mais fácil apenas entreter, fazer rir abestalhadamente e estimular o consumismo.
links:
REPÓRTER INEXPERIENTE - DANILO GENTILI X AGNALDO TIMÓTEOhttp://www.youtube.com/watch?v=mNttVSvCt3M
PROTESTE JÁ - VAGAS PARA DEFICIENTEShttp://www.youtube.com/watch?v=VdWLyBla2dc
SITE OFICIAL DO PROGRAMA: http://www.band.com.br/cqc/
É tempo.
quinta-feira, 3 de julho de 2008 por OMota


Sempre buscando um melhoramento para o blog... esse blog, sempre em formação, como nossas idéias, como nossos planos e amizade. E é assim, quebrando o paralelismo que estamos reiterando a relevância de se trabalhar em equipe, é experiência para a vida, para o além que está por vir...
Para esse momento guarda-se uma leve ansirdade e alguns desejos:
Próxima reunião, boas lembranças e bola pra frente.
e eu sempre apanhando do blog.
Amarelo vistoso, mas que muita gente vira a cara.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008 por OMota
O filme sofre de problemas conhecidos no cinema brasileiro, como falta de dinheiro, maquiagem medíocre, mas tem qualidade para ficar na galeria das Jóias do cinema brasileiro. Pena que o preconceito e os estrangeirismos presentes na subliminar consciência de cada um sirvam como venda, não permitindo observar a valia de tal obra de Cláudio Assis. Entendo os filmes dele como uma denúncia, afirmação dita pelo próprio diretor e que é o bastante pra entender seus filmes da maneira mais adequada.
Amarelo Manga é antes de tudo um filme que fala de libertação, seja pela morte ou seja pelo gênio de uma mulher traída. Propõe saídas para toda degradação causada pelo tempo. "O tempo destrói tudo", a primeira frase do filme "Irreversivel"(2002) de Gaspar Noe é uma citação válida pra falar do "tempo" como arma degradante, também presente na obra de Cláudio Assis (sempre a margem da "crpitica" brasileira), o Amarelo como consequência direta dessa decadência que acomete os personagens, Amarelo empoeirado, que toma forma e conta do filme. Se causa náusea, chegou onde queria. Se causa riso, a culpa é do espectador. "O amarelo é consequência direta da decadência", foi isso que ele me disse numa madrugada pelo Recife e é o que faz sua obra ter maior valia para mim, onde elementos poéticos se misturam ao "seboso" da humanidade e os personagens, cada um, tem uma essência (que já se pode dizer) "assisiana".
O malandro transgressor
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008 por Bruno Bacs
Parece que a vida é realmente um eterno retorno. Esse blog que o diga, quando parece que acabou, ele retorna. É do Rio Grande do Sul, o som que embala essa coluna. O samba-rock do cantor, compositor e publicitário Thiago Corrêa, paulista de Santo André radicado em Porto Alegre, é o nosso mote.
Confira o som do artista no seu site oficial.
-Fotos: Núcleo de Imagem da ESPM/RS
-Comunidade no Orkut
-Site oficial
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Tuts Tuts
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008 por Bruno Bacs
http://www.tony-b.org/
P.S.: Vi no www.jacarebanguela.com.br
Ah! Vai ter novidade em breve.
Abraço
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Pensando...
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008 por Bruno Bacs
Estive pensando esses dias no que postar nessa coluna. Pensar é algo que tenho feito bastante, já que dormir tem sido difícil. Em uma das minhas recentes noites em claro me questionei: “Por que os músicos gravam CD’s e os vendem?” A resposta foi até simples, não é exclusivamente para ganharem mais e mais dinheiro, ao contrário do que alguns extremistas possam pensar, pois quem realmente lucra é a gravadora. Então por que eles fazem isso? Divulgação, creio eu. Do mesmo modo os autores de livros, blog’s e tudo o mais. Divulgação de idéias e compartilhamento delas com os outros.
Por que os músicos fazem concertos e os autores literários não os fazem? Ainda não consegui pensar a respeito disso, por isso peço a ajuda de quem me lê. Não seria legal ver um Moreira Campos contando um conto e aumentando um ponto numa casa de leitura? A TV Cultura tem os seus “Contos da Meia-noite”, programa muito bom diga-se de passagem. Mas, por que há essa nossa exigência de se ver um músico executando sua obra (seja lá qual for)? Há pessoas que querem ver o Jimmy Page do Led Zeppelin brincando com sua guitarra ao vivo. Compreensível, o áudio que já existe no CD pode ser reinventado no palco e o cd tem esse recurso mais claro e definido que o livro, pois a trilha sonora do livro está somente na nossa mente. Mas eu achei legal ver Maria Luísa Mendonça interpretando um conto de Moreira Campos no “Contos da Meia-noite”.
Antônio Nóbrega, que já foi assunto nesse blog, disse, numa entrevista a Revista Raiz, que não julga o trabalhador que vive em sua rotina estressante (pega ônibus antes do sol nascer e volta a casa depois do pôr-do-sol, por exemplo) e no fim de semana decide ouvir alguma coisa que permita o corpo relaxar e respirar aliviado. Nem eu o julgaria, pois se tivesse uma rotina dessas e não tivesse acesso a alguma instrução eu quereria mesmo era descansar a mente das idéias e problemas diários no lugar de dar mais trabalho a essa cabeça castigada tentando ler “Os Sete Novos”, muito bons por sinal. Nóbrega define bem: “Em geral, são pessoas de certa rudeza cultural”.
Voltando ao assunto... Pode ser que essa cultura de contar histórias tenha se acabado com a “Sherazad” do “X-Tudo”, com o “Senta, que lá vem a história” do “Rá-Tim-Bum” ou ainda com o Gato Pintado do "Castelo Rá-Tim Bum". Ê saudade da TV Cultura... Retornando... Pense nisso comigo por favor. Eu sei, "Pensar Enlouquece", mas não pensar “emburrece”. Bons Sonhos.
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Filme não é ilusão?
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007 por Darwin

Copenhagen, capital da Dinamarca é conhecida por sediar a mais antiga monarquia do mundo, ser a terra dos vikings e de Hans Christian Andersen, que escreveu os contos “A pequena sereia” e “O patinho feio”. Mas na primavera de 1995 dois cineastas em um momento de tédio e iluminação (combinações essenciais para grandes acontecimentos) escreveram um manifesto contra a forma de fazer cinema daquela época. Lars Von Trier e Thomas Vinterberg lançaram o polêmico Dogma 95, que estabelecia o “Voto de Castidade” uma série de regras que impedia o uso de intervenções “milagrosas” para distanciar o cinema da realidade.
Manifesto do Dogma 95.
O Dogma 95 é um movimento de cineastas, fundado em Copenhagem na primavera de 1995. O Dogma 95 tem o compromisso formal de levantar-se contra uma "certa tendência" do cinema atual. O Dogma 95 é um ato de resgate! Em 1960, tivemos o bastante. O cinema estava morto e invocava a ressurreição. O objetivo era correto, mas não os meios. A Nouvelle Vague se revelava uma onda que, morrendo na margem, transformava-se
Hoje, uma tempestade tecnológica cria tumulto. O resultado será a democratização suprema do cinema. Pela primeira vez, qualquer um pode fazer filmes. Mas quanto mais os meios se tornam acessíveis, mais a vanguarda ganha importância. Não é o caso que o termo vanguarda assuma uma conotação militar. A resposta é a disciplina...devemos colocar os nossos filmes em uniformes, porque o cinema individualista será decadente por definição. Para erguer-se contra o cinema individualista, o Dogma 95 apresenta uma série de regras estatutárias intituladas "Voto de castidade". Em 1960, tivemos o bastante. O cinema havia sido "cosmetizado" à exaustão, dizia-se. Dali em diante, todavia, a utilização dos "cosméticos" aumentou de modo inaudito. O objetivo supremo dos cineastas decadentes é enganar o público. É disto que nos orgulhamos? É a este resultado que nos conduziram cem anos de cinema? Das ilusões para comunicar as emoções? Uma série de enganos escolhidos por cada cineasta individualmente?
A previsibilidade (a dramaturgia) tornou-se o bezerro de ouro em torno do qual dançamos. Usar a vida interior dos personagens para justificar a trama é muito complicado, não é a "verdadeira arte". Mais do que nunca, são os filmes superficiais de ação superficial que são levados às estrelas. O resultado é estéril. Uma ilusão de pathos, uma ilusão de amor.
Para o Dogma 95, o filme não é ilusão!
Hoje em dia, arma-se uma tempestade tecnológica. Elevam-se os "cosméticos" ao status de deuses. Utilizando a nova tecnologia, qualquer um pode - em qualquer momento - sufocar a última migalha de verdade no estreito canal das sensações. As ilusões são tudo aquilo atrás do qual pode esconder-se um filme. Dogma 95, para erguer-se contra o cinema de ilusões, apresenta uma série de regras estatutárias: o Voto de Castidade.
Voto de Castidade
1. As filmagens devem ser feitas em locais externos. Não podem ser usados acessórios ou cenografia (se a trama requer um acessório particular, deve-se escolher um ambiente externo onde ele se encontre).
2. O som não deve jamais ser produzido separadamente da imagem ou vice-versa. (A música não poderá, portanto, ser utilizada, a menos que ressoe no local onde se filma a cena).
4. O filme deve ser
5. São proibidos os truques fotográficos e filtros.
6. O filme não deve conter nenhuma ação "superficial". (Em nenhum caso homicídios, uso de armas ou outros).
7. São vetados os deslocamentos temporais ou geográficos. (Isto significa que o filme se desenvolve em tempo real).
8. São inaceitáveis os filmes de gênero.
9. O filme deve ser em
10. O nome do diretor não deve figurar nos créditos.
Copenhagem, 13 de março de 1995
Em nome do Dogma 95,
Lars von Trier
Uns dizem que essa é uma forma de elevar o cinema amador ao estado de arte, outros consideram uma maneira de democratizar o cinema, qualquer um pode fazer um filme, basta ter uma câmera. Os dois primeiros filmes do Dogma 95, Idiotern do Lars Von Trier e Festern do Thomas Vinterberg foram considerados os melhores de 1998. Esses filmes foram feitos em vídeo “e são, enquanto cinema, infinitamente superiores a qualquer centena de filmes cometidos anualmente
Extras:
Essa semana saiu uma matéria na Folha de São Paulo e no jornal O Povo falando que próximo ano deverão ser lançados quatro filmes brasileiros aos moldes do Dogma 95, produzidos pela Pax Filmes. Na verdade a Pax não segue os moldes do Dogma, embora seja influenciada pelos trabalhos dinamarqueses. Em seu blog, Paulo Pons (produtor, roteirista e diretor) deixa claro que a semelhança com o Dogma está em fazer filmes baratos sustentados em um roteiro inteligente, boas atuações e uma equipe engajada, Já é possível ver o making of de Vingança, o primeiro desses filmes, que deverá ser lançado até junho do próximo ano.
http://www.paxfilmes.tv/blog/?cat=3
- Existem 233 filmes nos moldes do Dogma 95, reconheidos pelo site do movimento, são filmes espanhóis, franceses, chilenos, argentinos, italianos, americanos...http://www.dogme95.dk/menu/menuset.htm
- O manifesto do Dogma 95 foi considerado por muitos críticos e cineastas uma estratégia barata de marketing
- Lars Von Trier só fez um filme nos moldes do Dogma
Marcadores: cinema, Darwin Marinho
F5 no EmFormação
terça-feira, 27 de novembro de 2007 por Roger Quentin Pires
Neste exato momento estou fazendo trabalhos, mas decidi reativar o blog! Vou tentar ''dá uma geral'' nas colunas.
Jornalismo: Destaco o blog da redação d'O POVO. O Blog estreou há alguns dias e anda num ritmo muito gostoso. Vale a pena para quem curte o '' fazer jornalístico ''.
Música: Nada em específico, mas com certeza virão muitos shows pelas férias e a equipe do blog vai tentar algumas entrevistas.
Fotografia: DEVERCIDADE 2007 - De 27 de novembro a 02 de dezembro no entorno do Mercado dos Pinhões. Horário de visitação das exposições: das 17h a meia-noite. O DeVERcidade visa estimular e divulgar a fotografia contemporânea praticada na nossa região.

Cinema: FESTIVAL NÓIA DE CINEMA UNIVERSITÁRIO. A sexta edição desse festival acontecerá de 3 a 8 de dezembro no centro cultural dragão do mar. Provavelmente sairá uma máteria após o fim do festival.
Fico por aqui, afinal são 00:45 e amanhã tem aula, prova, trabalho... UFA!!!
Que reviva o Blog EmFormação!
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O que é Anti-Publicidade???
terça-feira, 30 de outubro de 2007 por Saulo Lima Lemos

Atualmente, a publicidade segue sua própria tendência e pode vender a si mesma, sem ter um material de referencia para a venda de um determinado produto. Ela iguala-se aos outros meios de comunicação pela sua mensagem. Como afirma McLuhan : “o meio é a mensagem”.
Marcadores: Mariana Gomes, Publicidade
No AR, Record NEWS
segunda-feira, 15 de outubro de 2007 por Roger Quentin Pires

Entre os Programas da Record News, destaco [NEGATIVAMENTE] o ENTREVISTA IMPREVISTA, comandado por Brito Jr. Uma imitaçãozinha do Progama do Jô, só que dez vezes piorada.O programa é igual ao conhecido programa de entrevistas de Jô Soares, da Globo; a única diferença é o apresentador que, apesar de não cortar tanto o entrevistado como o gorducho global, não tem preparo nem conhecimento para conduzir as entrevistas.
Outro ponto que destaco é a programação demasiadamente reprisada. Mas isso não é negativo. Pelo contrário. Proporciona uma maior visibilidade das notícias, já que muitas pessoas poderão assistir; afinal num país em que muitos vivem para trabalhar não sobra tanto tempo livre para ver toda a programação.
Pelo que acompanhei até agora, esse canal é muito parecido com os bla-bla-bla NEWS do mundo; canais que transmitem notícias constantemente. Um verdadeiro bombardeio de notícias, será que toda a população está preparada para ser bombardeada assim?
Em um saldo final, avalio [até o momento] como positiva essa idéia proposta pela Record NEWS. Apesar de bater aquela velha vontade de esculhambar o cara que inventou a maior instituição de lavagem cerebral do país. Desculpem-me os evangélicos da Universal... Ah! Quer saber? Não me desculpem não. Afinal a Record, apesar de inovadora, lá no fundo quer apenas tomar o lugar da Globo e fazer as mesmas coisas.
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Fotografia de criança
sábado, 13 de outubro de 2007 por Gisa Carvalho


Em contraste com essas fotos de crianças tão lindas, encontramos as denúncias sociais...
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CHAMANDO A ATENÇÃO!!!!!!!!!!!!!
terça-feira, 9 de outubro de 2007 por Saulo Lima Lemos
Ei, Você aí!!! Ô da poltrona!!! Parece que graças à invenção do controle remoto muitos não precisam sair da confortável cadeira para mudar de canal, não é?! Aproveitando esta vantagem, a maioria da população, no mundo todo, começa a “zapear” quando passa comercial. Saiba que este fato causa a queda no impacto dos comerciais, do mundo todo. E, então, publicitário, o que fazer?
Pesquisas revelam que as empresas publicitárias investiram 40% a mais nas propagandas de TV. Em compensação, o número de pessoas que assistem aos comerciais caiu 50%. Nos EUA, os especialistas americanos, percebendo que esse não é um meio muito eficaz, resolveram agir de outra maneira. Bom, aqui no Brasil, descobriram-se outras maneiras de sair dessa. Por exemplo, vemos muito merchandising nos próprios programas de TV. Vemos propagandas atrás de ônibus. Outdoors cada vez mais interessantes e chamativos. A “presença” de uma marca de bebidas em banheiros, entre outros. Pois bem, estes norte-americanos poderiam ter feito algo semelhante a isso, não é?! Se você, pensa assim, está muito enganado.
Uma das medidas foi que uma rede de televisão chamada TV CBS colocaria seu logotipo em ovos nos maiores supermercados do país. Outra estratégia seria algo mais sutil, que é o buzz marketing, onde empresas pagam pessoas (centenas) para se fazer uma propaganda boca a boca de suas marcas.
Mas, de todas que eu vi, a campeã é esta: um site de aposta pagou US$ 10.000,00 a uma mulher para que ela tatuasse em sua testa a URL deles – GoldenPalace.com. O mesmo pagou a uma pessoa US$15.000,00 para que ela dessa a sua filha o nome Golden Palace Benedetto. Já imaginou, você chamar sua filha ou filho de Nokia ou Assolan?!?! Pois é gente, no amor, na guerra e no mundo nos negócios vale tudo!!!
Fonte:
http://www.sidneyrezende.com/sec_news_view.php?page=2&id=705
É antigo, mas é bastante interessante.
Marcadores: Publicidade, Saulo Lima
DESENHANDO COM LUZ.
sábado, 6 de outubro de 2007 por Marcella


Pra você fazer isso tem que usar uma câmera fotográfica que tenha regulagem de velocidade do obturtador, então vá até uma sala escura, põe a máquina em algum lugar apoiada (mesa,tripé etc) e regula a velocidade que você quer que o obturador demore pra fechar (15 a 20 s é a ideal) , a velocidade depende da sua regulagem segundos (logo, verifique se sua câmera possui estas funções), deixa-se a máquina no modo timer 10s, depois ela dispara a foto aí é só desenhar com uma lanterninha, vela, isqueiro ou uma coisa que tenha luz, dá até pra usar a telinha acesa do celular mas não esqueça de desligar o flash da máquina ou não vai funcionar direito. Você pode utilizar também papel celofane sobre a lanterna...Enfim, essas informações aliadas a criatividade do fotógrafos os efeitos serão incríveis.


Marcadores: Fotografia, Marcella
Anti semitismo nas entrelinhas do glamour.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007 por OMota
A globo que proibiu a exibição de "Muito além do cidadão Kane"- documentário de Simon Hartog, produzido em 1993 pelo Channel 4 para a BBC- no Brasil, faz de seu dever uma rede clara pra visar apenas o lucro. Os anunciantes invadindo as "novelas das 8" comprovam que o poder da Globo anda bastante defasado.
O filme mostra idéias que se assimilam pra tentar entender todo o egocentrismo global, de onde vem tanta podridão jornalística que insulta nossa forma de pensar. A Globo que já atingiu 100 pontos no Ibope, hoje tem medo de Record News. Um protesto pacato e sincero foi feito na boca do dragão (ou na praça da imprensa, se preferirem), suficiente pra fazer alguns estudantes de comunicação social e Ciências sociais terem orgulho de possuir o conhecimento que grande (graaaaannde) parte da população não tem.
A globo da "politicagem" segue andando com medo da saliva política jovial, não importa a consciência, se o povo tivesse atento a tais detalhes, tal emissora já seria fechada e seus idealisadores, presos. Nas inconfundíveis veredas da comunicação, existe a verdade bruta, pronta para ser lapidada e passada da maneira mais ética necessária.Lá fora, onde um sol brilha com luz fraca, se observa uma estrela de luz sensitível, que reluz na pele e causa o arrepio necessário para se criar movimentos populares. A nação deveria ser colocada a par de tais falcatruas, fazendo-se assim um mundo mais nosso, cada vez mais brasileiro e a cada dia, acima de tudo, mais tolerante. Na grandeza do Ato, seguirá a esperança e o peso da juventude, tão calejada nesses "dias de cólera".
Top 5
sábado, 29 de setembro de 2007 por João Marcos (tomate)
5 - “O Beijo da Time Square”
O beijo de um marinheiro com uma enfermeira, que nem se conheciam, tornou-se um símbolo da alegria do término de uma guerra (2° Mundial), assim como é uma das imagens mais românticas do mundo. Foi Tirada em 15 de agosto de 1945.
4 - “Menina Afegã”
Essa imagem estampou, em 1985, a capa da edição mais famosa da National Geographic. Foi tirada em 1984, pelo fotógrafo Steve McCurry, em um acampamento para refugiados do Paquistão durante a guerra contra a invasão da União soviética. É interessante notar o contraste entre a pele suja e os olhos verdes e límpidos da garota.
3 - “O homem do tanque de Tiananmen”
Se há uma imagem que represente a junção entre rebeldia e coragem, esta é a maior candidata. Foi tirada pelo fotógrafo Jeff Widener durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989 na República Popular Chinesa. Um jovem desarmado que se coloca à frente de uma série de tanques de guerra, fazendo com que eles parem.
2 - “Menina do Vietnã”
O expoente máximo do horror de uma guerra é representado aqui pela menina Kim Phuc. Ela corre desesperadamente de um bombardeio de Napalm feito pelos EUA durante a Guerra do Vietnã. A fotografia foi feita em 1972 pelo fotógrafo Nic Ut.
1 - “Imagem de Che Guevara”
Esta é, sem dúvida, a mais famosa imagem do guerrilheiro cubano. Aparece em muros, camisas e cadernos (ironicamente) demonstrando o quão conhecida ela é. Foi tirada por Alberto Korda em 5 de março de 1960 durante um enterro de vítimas de uma explosão. Foi denominada de "A mais famosa fotografia e maior ícone gráfico do mundo do século XX" pelo Instituto de Arte de Maryland dos EUA.
Uma imagem extremamente simbólica.
sobre TV
por Darwin

revista Globosat, 08/10/93
1) Melhoria crescente de definição de som e imagem a custos cada vez mais baixos.
2) Programação ininterrupta durante a madrugada.
3) Maior, cada vez maior número de emissoras. Multiplicação de canais alternativos, independentes. Fim da necessidade de autorização estatal para transmissões. Pequenas estações com acesso à alta tecnologia.
4) Antenas que funcionem bem.'
5) Unificação dos formatos, bitolas e sistemas de codificação. Extinção das reservas de mercado. Um só sistema mundial de vídeo.
6) TVs de bolso.
7) TVs descartáveis.
8) Telas triangulares, circulares, em diversos formatos. Telas não planas, com relevos. TVs-esculturas, fabricadas em moldes encomendados especialmente pelo consumidor.
9) Acesso cada vez mais fácil e rápido às transmissões de estações de qualquer parte do mundo. Parabólicas menores e mais possantes. TV internacionalizada. Cada domicílio contendo sua pequena babel eletrônica, com dispositivo que acione tradução simultânea para várias línguas à escolha.
10) Outras possibilidades de alteração do som e da imagem. Além dos tradicionais comandos de sintonia, saturação, volume, contraste e brilho; inserção de comandos para interferência criativa sobre o material transmitido. Possibilidades de solarizar, negativar, inverter, multiplicar, distorcer, sobrepor as imagens e equalizar, remixar, fundir os sons. Tratamentos dados a som e imagem em computadores e ilhas de edição passariam a fazer parte do repertório comum de controles dos aparelhos de TV, para livre manipulação do espectador, agora mais ativo na relação com o meio.
11) Todos os canais simultaneamente na tela, por subdivisão e também por fusão das imagens e sons.
12) Possibilidade de inserção de imagens e sons outros que interfiram e se relacionem com o material transmitido.
13) Tecnologia digital de gravação, edição e reprodução ao alcance de qualquer consumidor. Vídeo câmeras caseiras com qualidade profissional. Acesso mais corrente aos meios de produção.
14) Projeções holográficas no espaço, fora dos limites da tela.
15) Serviço de acesso a transmissões já realizadas em todas as emissoras, que possa veicular programas já passados a pedido exclusivo de cada telespectador. Dessa forma, o usuário poderia confeccionar sua própria programação, nos horários que quisesse, podendo conjugar gravações de diferentes emissoras num único canal sintonizado, específico para a prestação desse serviço, com acesso a informações de qualquer época. TV como banco de dados para pesquisas, acionado pelo telespectador em seu domicílio. Acesso a catálogos com listagem de tudo que constar no arquivo de cada emissora, para consulta e uso do respectivo serviço.
16) Monitores contínuos de grande extensão (como biombos) para caminhantes.
17) Emissoras volantes, que possam funcionar durante curtos espaços de tempo em qualquer lugar do planeta onde se instalem.
18) Transmissões interplanetárias.
19) Atendimento adequado às diversas necessidades culturais, com variedade de usos da linguagem videográfica. Em decorrência da menor intervenção do Estado, perda do caráter unificador e impositor de padrões lingüísticos, estéticos, comportamentais aos povos.
20) Aparelhos inteiramente produzidos com material reciclado.
21) Transmissões telepáticas via satélite, sem necessidade de aparelho externo, que reproduzam não apenas som e imagem, mas experiências físicas completas, incluindo tato, olfato, paladar.
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Música, Publicidade, Realidade...
terça-feira, 25 de setembro de 2007 por Anônimo
O que é um jingle?
O jingle pode ser considerado como a canção do consumo. São propagandas cantadas e elas têm o intuito de seduzir o ouvinte para a compra de determinado produto. O jingle reflete a marca e a época em que foi feito.
O primeiro jingle foi gravado em 1935 por Gilberto Martins para a Colgate Palmolive. Nessa época, as gravações eram realizadas com a agulha cortando diretamente o acetato dos discos de vinil. Desde então, a história dos jingles conta com grandes nomes da música popular brasileira como Zé Rodrix, Sá e Guarabira, Tavito e Thomas Roth, entre muitos outros.
Mas do que gostaria de ressaltar é como a música popular brasileira cita a publicidade. Será que acontece uma deterioração da imagem da publicidade?
Temos vários exemplos como a musica Parque industrial de tom Zé que fala de termos como garota-propaganda, aeromoça e ternura no cartaz. Esses termos e a música em si pode significar uma forma de denuncia de como a publicidade atua nesse mundo globalizado.
As musicas críticas denunciam uma realidade que não observamos. Uma realidade coberta pelos vários anúncios e pela publicidade impactante do dia a dia. Será que quando se faz uma propaganda se pensa nas pessoas que não podem consumir o produto ofertado?
Gosto de dizer que publicitários vendem sonhos. E poucos são os que podem comprá-los.
Esse é o grande encanto da publicidade: a vida agitada, a beleza dos jingles, dos anuncios. Toda essa dedicação para a mais completa idealização de algo que se deseja consumir. Esse é o belo.
by, mariana
Colunismo Social, Jornalismo?!
segunda-feira, 24 de setembro de 2007 por Roger Quentin Pires

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Fotografia com tinta...
sexta-feira, 21 de setembro de 2007 por Gisa Carvalho
Elaine
Maguetas é um pintor brasileiro que nunca teve uma formação em artes plásticas. Possui seus conhecimentos baseados na observação prática.
Acácia iquarana
“Muitas vezes quando pinto ao ar livre me transporto para um mundo atemporal, e outras vezes acabo por realizar um trabalho de documentação histórica, pintando paisagens que hoje já não existem mais; algumas se alteraram devido as estações do ano; no entanto, outras simplesmente foram modificadas pelo avanço urbano.
Em meus quadros, retrato a magia inabalável da paz e o fascínio de tudo que é visualmente belo e muitas vezes a pintura surge através de manchas, vou espalhando as cores na tela despreocupadamente até que alguma figura, cena cotidiana, ou paisagem apareçam com maior intensidade. Passo então a destacá-la e dar maior consistência àquela imagem. Surgem várias figura, no entanto, prevalecem as que de uma certa maneira ficam como protagonistas de uma história." Maguetas

Milena II
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Badi Assad: Voz, violão, percussão, dança, teatro, habilidade, técnica...
quarta-feira, 19 de setembro de 2007 por Bruno Bacs

Depois de um texto triste de mau gosto, outro sobre o supermercado da música, outro sobre um show de um grande músico e outro sobre uma coletânea de muito bom gosto; essa coluna volta a falar de artistas de qualidade indiscutível, mas sem a atenção merecida do mainstream. Por se tratar de um recomeço, nada melhor do que recapitular o já apresentado: uma banda com bela poesia, um evento de música instrumental e um multiartista. É possível juntar esses três tópicos num só artista? Veremos.
Ela compõe belas letras que tratam do cotidiano sem exagerar na doses de paixão e alegria. Faz releituras e novos arranjos para clássicos da Música Brasileira como: “Asa Branca” e “Bom dia tristeza”. Toca percussão com o corpo e com a boca, com qualidade capaz de impressionar os mestres do beatbox. Também usa com excelência o recurso vocal de Bob McFerrin (fazer música apenas com a boca). Toca violão com agilidade e até mesmo com recursos dramatúrgicos sonoros (sim, ela reproduz sons ilustrativos de algumas letras, como o beija-flor em “Ai que saudade d’ocê”). Badi Assad é o nome artístico de Mariângela Assad Simão, a moça capaz de reunir todas essas qualidades.
A música está em suas veias. Pai bandolinista, mãe cantora e aspirante a piano, irmãos violonistas.
Badi Assad iniciou sua vida musical com um piano, mas logo teve de largá-lo. Por seu rápido progresso o piano que tinha em casa não lhe permitia desenvolvimento técnico e o que tinha conseguido emprestado para treinar ficava muito distante de sua casa, inviabilizando seus estudos. Aos 13 anos passou a acompanhar o pai com um violão, sua verdadeira paixão. Logo foi participando de concursos e vencendo alguns, até formar um duo (Le Due Romantique) com sua cunhada Fá Assad, aos 18 anos. Com esse duo de violão clássico, Badi passou a acompanhar os irmãos em suas turnês, abrindo os seus shows. Quando estavam em Israel, numa festa de divulgação, ela começou a sair da trilha de instrumentistas da família se oferecendo a cantar acompanhada do irmão Sérgio ao violão. De volta ao Brasil, fez aulas de dança, teatro e canto, além de voltar ao curso de Bacharelado em Violão pela UNIRIO/URCA no Rio de Janeiro. O Concurso Viña Del Mar, no Chile, de violão erudito se aproximava e a jovem estava inscrita. Na preparação para esse concurso ela machuca sua mão e cinco dias após desenfaixá-la viaja. Não o vence, mas descobre que seu futuro não está no violão erudito e assim parte para um caminho próprio dentro da música.
Depois disso participou do musical “Mulheres de Hollanda” dirigido por Naum Alves de Souza, onde pôde desenvolver a capacidade de se reinventar diariamente com o teatro, como explicita em seu site. Em 1989, lança no Museu de Imagem e Som de São Paulo “Dança dos Tons” com a participação de todos os músicos que gravaram o disco. Seu primeiro cd foi oferecido como brinde no final daquele ano na empresa Galvani. No seu primeiro show, um mês depois, vê-se sozinha no palco e percebe que poderia imitar alguns daqueles instrumentos: a flauta seria a melodia cantada, a percussão com a boca e com o corpo, o sintetizador imitando o som dos ventos com sua voz... logo seria conhecida nos Estados Unidos como: “one woman band”. Assina contrato com uma gravadora estadunidense e lança por ela: “Solo”, “Rhythms”, “Echoes of Brazil”. Durante as gravações deste último cd conhece o guitarrista Jeff Young, com quem foi casada, que lhe ajuda no desenvolvimento de sua carreira. Em 1998, pela i.e.music, um dos braços da Polygram, lança “Chamaleon” de enorme aceitação do público e da crítica. Sua escalada seguia gradativamente acontecendo. Na turnê desse cd, adquire uma lesão na mão que torna seu trabalho mais difícil e dolorido. Num show nos Estados Unidos, percebe que a lesão não a impede de fazer arte devido a seus outros talentos, principalmente a voz.
Em 1999, visita um neurologista e descobre que não tinha LER (Lesão por Esforço Repetitivo), mas sim uma distonia focal, “é como se você tivesse um pequeno derrame em determinada parte do seu corpo, e no meu caso foram esses dois dedos [anelar e mindinho] da mão esquerda, então eu perdi 98% dos meus movimentos da mão” disse Badi em entrevista a Jô Soares no dia 26 de novembro de 2004. A doença é rara e a medicina atual não tem conhecimento de como tratá-la. Depois de muitos tratamentos alternativos, e muita reflexão, “se o problema não foi no pé, foi na mão, é porque eu tenho que parar pra refletir coisas da minha vida”, Badi Assad recuperou-se completamente 2 anos depois. Em 2001, de volta ao Brasil, inciou a reorganização de sua vida: gravações, comprar e reformar o apartamento, abrir conta em banco, por em ordem a vida eleitoral... Era o reinício de apresentações pelo seu país, onde não fazia shows havia quatro anos. Em 2002, fez apresentações por palcos paulistas, cariocas, nordestinos (incluindo o Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga, ao qual voltou a se apresentar em 2007), centro do país, Estados Unidos e Europa. Em novembro do mesmo ano, foi convidada para ser solista da série “Outros Sons”da Orquestra Experimental de Repertório do maestro Jamil Maluf. A série só escolhe um convidado por ano e se apresenta no Teatro Municipal de São Paulo.
Em 2003, nova temporada de sucesso com apresentações no Supremo Musical em São Paulo ao lado de Carlinhos Antunes. No segundo semestre desse ano, teve início sua parceria com Toquinho com participação nos seus shows no Directv, em São Paulo, e no Canecão no Rio de Janeiro. Dessa pareceria viria o DVD ao vivo de Toquinho: “Só tenho tempo para ser feliz” gravado em 2004 no Canecão. Em agosto de 2003, grava o cd “3guitars” com Larry Coryell e John Abercrombie, dois ícones do jazz. No final desse ano é relançado por uma gravadora belga o cd “Dança dos Tons” (1989), com 4 músicas bônus, com o nome de “Dança das Ondas”.
Em 2005 saiu do Brasil em turnê com Martin Taylor, Peppino D’Aggostino e Brian Gore, fundador do projeto International Guitar Night (IGN), que reúne violonistas do mundo para tocar juntos em turnê de 13 ou 14 concertos. Em fevereiro o festival acaba e Badi segue em nova turnê, agora do “3guitars”, com apresentações no Brasil, na França e pelos Estados Unidos. Em março, lança na Europa seu primeiro cd que o Brasil conheceu antes dos estrangeiros: “Verde”, que lhe rendeu muitas entrevistas, fotos e revistas na Europa.
No festival de Jazz de Countance, França, conhece Seu Jorge, que dividiria a noite com ela. Depois de um contato com o cantor e sua banda no trem de volta a Paris, Badi o convida a gravar a música “Vacilão”¹, desconhecida por ela, no seu novo cd “Wonderland” que viria em 2006. A artista nasceu em São João da Boa Vista, interior de São Paulo, hoje tem seu talento conhecido no mundo inteiro.
Enquanto Badi Assad não se apresenta novamente no Ceará, seguimos torcendo para que chegue o dia em que as emissoras de rádios passarão a fazer o seu trabalho, ou seja, divulgar música de qualidade para o povo, abrindo espaço para grandes talentos como esse, e para que a arte não seja como a educação, por exemplo, restrita ao pequeno grupo de pessoas.
** Pós-operatório **
http://www.myspace.com/badiassad
Fotos:
Edson Kumafaka [1ª,2ª] - Divulgação;
Fernando Velazquez [3ª] Álbum: "Verde"(2004)
+Momento 1: Esclarecimentos
Pois é, pra começar: não terminei a minha pesquisa, logo não saiu como eu queria... mas acredito que a vida desse grande talento da MPB, também chamado de “musa cult da MPB” pelo jornalista Luis Nassif, tenha ficado um pouco clara. Segundo: é difícil você chamar alguém com tantos recurso de “cantora” ou “instrumentista”... desculpe as possíveis repetições da expressão “a artista”. Ah, não tive tempo para revisar, pois já cheguei a um belo nivel de cansaço e se eu o fizesse agora essa coluna teria que ser abandonada por mais uma semana... logo, mais uma vez perdão.
“No mais, estou indo embora beibe”.
+Momento 2: Rodapé.
¹ música de Zé Roberto muito conhecida na voz de Zeca Pagodinho
+Momento 3: "Viva o Youtube!"
Concerto Solo de Bob McFerrin
Bob McFerrin e Grupo Mocarta
Divulgação do Álbum Wonderland - 2006
Wonderland (2006)
Entrevista de Badi Assad no "Programa do Jô"
Parte1 / Parte2 / Parte 3
Badi Assad - "A Banca do Destino"
Badi Assad - "Vacilão"
Badi Assad - "From United States of Piauí"
http://www.youtube.com/watch?v=Sb67HqaayiQ&mode=related&search=
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